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terça-feira, 28 de setembro de 2021

A volta do Fenômeno Azul após a COVID-19

Foram 18 meses e 10 dias distantes, a torcida e o seu clube. Neste meio tempo, foram muitos acontecimentos, o mais importante sem dúvidas: o tão sonhado acesso à Série B do Campeonato Brasileiro. Mas também, muitas perdas. Até agora contam-se mais de 590 mil mortes pelo COVID-19 em todo o Brasil, mais de 16 mil delas no Pará. Foram tantos os azulinos que não puderam viver este reencontro. 

A última partida do Clube do Remo com a sua torcida foi no Baenão, um empate em 0x0 contra o Independente Tucuruí no dia 14 de março de 2020, pelo Campeonato Paraense. No dia seguinte, o Governo do Estado Pará decreta as restrições para atividades presenciais. Um grande baque para os azulinos, que apenas 08 meses antes haviam reaberto o Baenão e agora estavam sem prazo de retorno. 

Desde então, houve a conquista do acesso à Série B, o retorno dos jogos noturnos no Baenão e a aquisição do Centro de Treinamento no Outeiro; estão entre as principais mudanças neste período. Hoje a torcida retorna para reencontrar um Leão bem diferente daquele que empatou com o Independente Tucuruí pela 8ª rodada da 1ª Fase do Campeonato Paraense. Um Leão bem melhor, mais forte, em outro patamar.

Com o avanço da vacinação em 2021, foi possível o reencontro. Seguindo os protocolos estabelecidos pelas autoridades sanitárias, o Baenão foi liberado em 30% da sua capacidade, 3.690 torcedores.

O retorno se deu na 25ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, na partida contra o Náutico em 24 de setembro de 2021. Com vitória remista por 1x0. Acompanhe:


quarta-feira, 31 de julho de 2019

O Retorno do Rei ao Baenão


Depois de longos 5 anos sem poder jogar na sua casa, o Leão Azul voltou a mandar jogos no Estádio Evandro Almeida, o Baenão. Vamos contar toda essa história que envolve Torcida, Clube, Estádio e Gestões.

Essa história começa bem antes de 2014. Em 2007, o Clube do Remo era o único representante paraense na Série B, seus concorrentes locais estavam todos em divisões inferiores. Foi o ano em que começou a gestão de Raimundo Ribeiro. É bem verdade, pegou o Clube cheio de dívidas, como todos os presidentes, pois o endividamento do Clube do Remo é crônico, assim como o de muitos clubes do futebol brasileiro. Entretanto, com uma gestão desastrosa, montou um elenco com mais de 40 jogadores, a maioria de qualidade duvidosa e somando-se a meses de salários atrasados, o resultado não poderia ser outro: rebaixamento. Não contente, Ribeiro repetiu a fórmula em 2008. Deixando o clube muito mais endividado do que encontrou, recebeu o clube na Série B e o deixou na Série D. Uma tragédia como gestor.

O Clube se encontrava sem possibilidade de angariar recursos, estando no limbo do futebol. Esta situação engendrou "soluções" miraculosas que buscavam vitimar o estádio azulino. A primeira delas foi em 2010, quando o então presidente Amaro Klautau tentou vender o Baenão para uma construtora levantar prédios de apartamentos no lugar, em troca, esta mesma construtora daria uma arena moderna no bairro do Aurá, na região metropolitana e mais alguns milhões de reais que serviriam para o clube quitar suas dívidas e montar um elenco. Klautau chegou a derrubar parte da fachada do estádio para acelerar o processo de venda no Conselho Deliberativo. A parte derrubada era a que continha o escudo do clube. Nem precisa dizer que era uma péssima ideia, graças aos céus, a venda não foi aprovada no CONDEL e a fachada foi reconstruída pela gestão seguinte.

Com o passar dos anos, os resultados dentro de campo não surgiam e a crise financeira do clube se aprofundava. Em 2013, o então mandatário Zeca Pirão idealizou o projeto da 'Arena Baenão', uma série de reformas visando modernizar o estádio azulino. Entretanto, não houve nenhum planejamento, nem muito menos de onde viria essa verba. Conclusão: Pirão saiu derrubando o estádio sem ter verba suficiente para levar a reforma até ao fim. Ele largou o estádio em ruínas. A arquibancada das Mercês foi totalmente destruída e a arquibancada da Almirante Barroso começou a ser destruída na sua gestão. Danos quase irreversíveis à estrutura do estádio. O seu mandato terminou, ele foi embora, o estádio em ruínas e o clube de cofres vazios e cheio de dívidas, sem ter como concluir as obras.

As gestões que se seguiram, pouco ou nada fizeram para retomar as obras do estádio. Quando em maio de 2017, um grupo de torcedores se uniu em um projeto chamado O Retorno do Rei ao Baenão. A partir de então, uma série de ações foi levada a cabo para arrecadar fundos para retomar as obras do estádio. Venda de camisas, shows, doações, coletas de moedas de R$1,00 nos jogos do clube, Encontro de Leões (torcedores pagaram ingresso e foram ao Mangueirão mesmo sem ter jogo para reverter fundos para a reforma fonte), sócios-torcedores destinavam as suas mensalidades ao projeto, grupos de torcedores faziam eventos por todo o Estado do Pará para angariar fundos, houve um torcedor que doou o gramado novo para o estádio. Enfim, moram muitas as ações para que enfim o Clube do Remo voltasse a mandar jogos no seu centenário estádio. (fonte)


Esta é uma história de amor de uma torcida pelo seu clube, mesmo contra aqueles que deveriam ser os primeiros a ter responsabilidade com o clube. A torcida do Clube do Remo em nenhum momento se conformou com a situação do clube e do seu estádio. Mesmo quando o Baenão completou seu centenário em agosto de 2017, ainda fechado, não esmoreceu. Se o Clube do Remo hoje volta a ter um estádio, é graças a sua torcida que nunca o abandonou. Mesmo diante dos péssimos resultados dentro de campo, sempre líder de público e arrecadação no Norte do Brasil. A tua torcida te levantou, Leão!

A Volta Para Casa...

Odisseia azulina: do descaso à iniciativa popular. Torcida e clube se unem para recuperar o Baenão:
https://globoesporte.globo.com/pa/futebol/times/remo/noticia/odisseia-azulina-do-descaso-a-iniciativa-popular-torcida-e-clube-se-unem-para-recuperar-o-baenao.ghtml

Como foi o retorno


13/07/2019
Campeonato Brasileiro Série C - 12ª Rodada
Remo 2x2 Luverdense-MT
Pagantes: 11.955
Renda Bruta: R$ 325.565,00
REMO: Vinícius, Geovane (Alex Sandro), Marcão, Fredson e Daniel Vançan; Yuri, Ramires, Carlos Alberto (Emerson Carioca) e Eduardo Ramos; Gustavo Ramos e Marcão Assis (Guilherme Garré). Técnico: Márcio Fernandes.
Gols do Remo: Marcão e Eduardo Ramos.
https://twitter.com/ClubeDoRemo/status/1151224675705528320

O Retorno do Rei.

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Remo 7 x 0 Paysandu - Campeonato Paraense 1926

Da esquerda para a direita. Adriano Guimarães, Pedro Silva (Doca), Moacyr, Olavo Martins Leoncio, Manoel (Preá), Emílio Fiúza de Melo, Beranger Norat, Fulton de Paula e Eldonor Lima. Ruy Mendes não aparece na foto. Imagem do livro: História do Clube do Remo, Ernesto Cruz, 1969.

A era amadora do futebol paraense durou até 1946, quando foi disputado o primeiro campeonato da era profissional. Até então, os jogadores não recebiam salários para atuar por suas equipes, era a época dos sportman. O futebol era muito diferente, não existiam treinadores, eram os capitães das equipes quem dirigiam os treinamentos, montavam a equipe titular e ainda jogavam. Os 11 que disputam as partidas como titulares constituíam a chamada equipe principal, o primeiro quadro. Os demais eram chamados de segundo quadro e também disputavam o campeonato, em partidas paralelas ao jogo dos primeiros quadros.

O campeonato de segundos quadros era uma espécie de vitrine para os novos jogadores que buscavam seu espaço na equipe principal. Era como um campeonato de aspirantes, disputado em paralelo ao campeonato dos titulares. Lembrando que naquela época não existia divisões de base e todas as equipes tinham os seus primeiros e segundos quadros, pois quando havia uma partida, sempre existia a rodada dupla: primeiros quadros de A x primeiros quadros de B e segundos quadros de A x segundos quadros de B. Esse era o regulamento do futebol praticado naquela época.

Foi no dia 16 de janeiro de 1927, em partida válida pelo Campeonato Paraense de 1926, que se enfrentaram no campo da Curuzú, Remo e Paysandu. A partida dos primeiros quadros foi cheia de incidentes, com muitas brigas e agressões nas arquibancadas, como relatam livros e os jornais da época. Quando o time do Paysandu abandonou a partida, o placar estava 4 a 2 para o Clube do Remo. Entretanto, foi na partida dos segundos quadros, que houve o registro da primeira goleada por 7 a 0 no Clássico Rei da Amazônia.

16/01/1927
Campeonato Paraense de 1926
Estádio da Curuzú
Árbitro: Lauro Tavares da Luz
Remo (2º Quadro): Eldonor, Romeu e Beranger; Dudu, Fiuza e Fulton de Paula; Adriano Guimarães, Dedé Pamplona, Moacyr, Cordeiro e Leôncio.
Paysandu (2º Quadro): Ovídio, Druso e Rhossard; Louchards, Aluizio e Antonico; Brasileo, Dedé, Jaufret II, Gonçalves e Nenê.
Gols: Dedé Pamplona (4), Cordeiro (2) e Moacyr (1)

Fonte: Remo x Paysandu, 700 Jogos. O clássico mais disputado do futebol mundial. Ferreira da Costa, 2009.


terça-feira, 11 de junho de 2019

Clube do Remo no Caribe


Aproveitando a folga após o término do 1º turno do Campeonato Paraense de 1971, o Clube do Remo embarcava para uma excursão ao Caribe para uma série de 8 jogos, fazendo um dinheirinho extra, cerca de mil dólares por partida. O Leão paraense passaria pela então Guiana Holandesa (atual Suriname), Guiana Francesa, Curaçao e Aruba, como um representante do futebol brasileiro tricampeão mundial no ano anterior.

A equipe base era: Jorge, Jorge Mendonça, Edair, Valdemar e Lúcio; Sirotheau e Tito; Neves, Robilota, Alcino e Ernani (ou Jeremias).


A primeira escala foi em Paramaribo, onde o Leão fez quatro jogos: o primeiro contra o S.C.S. Jai-Hind, dois duelos contra o S.V. Robinhood e a despedida contra o S.V. Transvaal. Em seguida, rumou para Curaçao onde jogaria contra o CRKSV Jong Colombia e o S.U. Brion-Trappers. A terceira escala foi em Aruba para um duelo contra o S.V. Estrella, encerrando contra o Montjoly em Caiena.

Para traçarmos um panorama desses adversários na década de 1970, que representavam seus países na Liga dos Campeões da CONCACAF. Com o Tranvaal sendo campeão em 1974, o Robinhood vice-campeão em 1972 e o Jong Colombia semifinalista em 1974, por exemplo. (Fonte)


Após 22 dias no exterior, o Clube do Remo voltou à Belém com 40 mil Cruzeiros (5 mil dólares) "limpos" em seus cofres. Com um saldo de, em 8 partidas, 6 vitórias, 1 empate e 1 derrota; marcando 11 gols e sofrendo 3. O detalhe é que horas depois do desembarque da delegação azulina, no aeroporto de Val-de-Cães, também chegava de uma excursão ao Acre e Rondônia, a delegação rival; numa clara diferença entre a representatividade de cada um dos rivais na década de 1970.

Fonte: Alcino Negão Motora, a história do gigante do Baenão. Mauro Tavernard (2017).

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Campeonato Paraense 1913 - 1º Título

1ª equipe de futebol da história do Clube do Remo (1913).
Foto do livro "Remo x Paysandu, o clássico mais disputado do futebol mundial" de Ferreira da Costa (2009).

Participantes: Grupo do Remo, Norte Club, Internacional-PA, União Esportiva, Guarany-PA, Panther Club e Belém Esporte.

Campanha

14/07
Remo 4x1 União Esportiva

03/08
Remo 4x0 Guarany-PA

10/08
Remo 3x2 Panther
Gols: Antonico (2) e Nahon

31/08
Remo 2x1 Internacional-PA

05/10
Remo 1x1 Norte Clube
Gol: Abílio

Remo Campeão Invicto

Elenco

Goleiros: Bernardino, Bibabó,
Zagueiros: Galdino, Lulu, Carlos, Eurico,
Meio: Carlito, Aimeé, Chermont, Infante,
Atacantes: Rubilar, Antonico (capitão), Nahon, Dudu, Bibi,


Ao que tudo indica, a 3ª edição do Campeonato Paraense foi disputada por pontos corridos, em turno único. As duas edições anteriores (1908 e 1910) foram conquistadas pelo União Esportiva, seus dois únicos títulos. O departamento de futebol do Clube do Remo foi montado em 1913 justamente para a disputa do Estadual que retornava a ser disputado depois de 3 anos. A equipe era formada então pelos chamados sportman, sócios do clube que se reuniam nas manhãs de domingo para a prática do futebol, geralmente homens pertencentes à elite belenense da Belle Époque durante o ciclo da borracha. O campeonato de 1913, foi organizado pela Liga Paraense de Football fundada em maio daquele ano e teve todas as suas partidas disputadas no campo da Praça Floriano Peixoto, onde atualmente está o Mercado de São Brás em Belém. Os principais destaques daquela primeira equipe do Clube do Remo eram os atacantes Rubilar e Antonico. O Norte Clube foi o vice-campeão, um time que usava camisas negras, daí seu apelido Time Negra, este é o rival, que no ano seguinte (1914) mudaria seu nome e uniforme.

Escudo usado pelo então 'Grupo do Remo' desde a reorganização em 1911.

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Rubilar


Geraldo da Mota Reimão (1886 - 1947), mais conhecido como Rubilar; foi um dos onze reorganizadores do Grupo do Remo em 1911 após a sua extinção em 1908. Poli-atleta, foi remador (Rower), nadador, corredor (atletismo) e futebolista; em todas as modalidades em que concorreu foi campeão pelas cores do Clube que ajudou a refundar. No remo, seu esporte favorito, participou das conquistas do Campeonato Paraense em 1909, 1911, 1912, 1915, 1916, 1917, 1918, 1923 e 1926. No futebol, foi Campeão Paraense em 1913, 1914, 1915, 1916 e 1917. Centroavante, se credita a ele o 1º gol da história do Clube do Remo, disputado num jogo contra o Guarany no dia 13 de maio de 1913, onde a primeira equipe de futebol azulina saiu vencedora por 4x1 no então campo da Praça Floriano Peixoto, hoje Mercado de São Brás. Foi também dele, o 1º gol da história do Clássico RexPa, na primeira vez em que os dois grandes rivais se enfrentaram, no dia 14 de junho de 1914, na Curuzu, vitória azulina por 2x1. Na época do amadorismo, ainda foi por diversas vezes treinador da equipe de futebol do Clube do Remo. Faleceu no dia 01 de março de 1947, na véspera de completar 61 anos.

terça-feira, 12 de março de 2019

Treinadores do Clube do Remo - Cronologia

1 - Paulo Amaral; 2 - Paulinho de Almeida; 3 - Roberval Davino; 4- François Thym; 5 - Joubert Meira;
 6 - Waldemar Carabina e 7 - Danilo Alvim.

A história do Clube do Remo é permeada de grandes acontecimentos: jogos, títulos, campanhas memoráveis, etc. E quem esteve na beira do gramado ajudando a escrever esta história, merece ser lembrado pela torcida. Uns pelo bem, outros pelo mal.

O destaque fica para os grandes treinadores vitoriosos com a equipe azulina, como: Waldemar Carabina, Paulinho de Almeida, Nagib Matni, François Thym, Danilo Alvim, Paulo Amaral, Joubert Meira e Roberval Davino.

Nesta pesquisa, apresentamos o período aproximado em que tais treinadores estiveram à frente do Leão Azul.

Segue a lista:

Paulo Bonamigo : { Setembro 2020 - Junho 2021 } - Acesso à Série B

Mazola Junior : { Fevereiro 2020 - Setembro 2020 }

Rafael Jacques : { Dezembro 2019 - Fevereiro 2020 }

Eudes Pedro : { Setembro 2019 - Outubro 2019 }

Márcio Fernandes : { Março 2019 - Agosto 2019 } - Campeão Paraense

João Nasser : { Junho 2018 - Fevereiro 2019 }

Artur Oliveira : { Junho 2018 }

Givanildo Oliveira : { Março 2018 a Maio 2018 } - Campeão Paraense

Ney da Matta : { Novembro 2017 a Fevereiro 2018 }

Léo Goiano : { Julho 2017 a Setembro 2017 }

Oliveira Canindé : { Junho 2017 a Julho 2017 }

Josué Teixeira : { Dezembro 2016 a Junho 2017 }

Waldemar Lemos : { Junho 2016 a Setembro 2016 }

Marcelo Veiga : { Março 2016 a Junho 2016 }

Leston Júnior : { Novembro 2015 a Março 2016 }

Cacaio : { Março 2015 a Novembro 2015 } - Campeão Paraense e Acesso à Série C

Zé Teodoro : { Dezembro 2014 a Março 2015 }

Roberto Fernandes : { Março 2014 a Outubro 2014 } - Campeão Paraense

Charles Guerreiro : { Maio 2013 a Março 2014 } - Campeão Taça Cidade de Belém

Flávio Araújo : { Novembro 2012 a Maio 2013 }

Marcelo Veiga : { Agosto 2012 a Setembro 2012 }

Edson Gaúcho : { Junho 2012 a Agosto 2012 }

Flávio Lopes : { Fevereiro 2012 a Junho 2012 } - Campeão Taça Estado do Pará

Sinomar Naves : { Julho 2011 a Fevereiro 2012 }

Givanildo Oliveira : { Maio 2011 }

Paulo Comelli : { Novembro 2010 a Maio 2011 }

Giba Maniaes : { Março 2010 a Setembro 2010 }

Sinomar Naves : { Junho 2009 a Março 2010 }

Artur Oliveira : { Março 2009 a Abril 2009 }

Flávio Campos : { Dezembro 2008 a Março 2009 }

Luiz Carlos Cruz : { Agosto 2008 a Setembro 2008 }

Artur Oliveira : { Março 2008 a Agosto 2008 } - Campeão Paraense

Ronaldo Bagé : { Setembro 2007 a Março 2008 }

Charles Guerreiro : { Agosto 2007 a Setembro 2007 }

Ademir Fonseca : { Agosto 2007 }

Charles Guerreiro : { Julho 2007 a Agosto 2007 }

Luís Carlos Martins : { Maio 2007 a Junho 2007 }

Samuel Cândido : { Fevereiro 2007 a Maio 2007 } - Campeão Paraense

Giba Maniaes : { Agosto 2006 a Fevereiro 2007 }

Samuel Cândido : { Julho 2006 a Agosto 2006 }

Arthur Neto : { Junho 2006 a Julho 2007 }

João Abelha : { Maio 2006 }

Flávio Campos : { Dezembro 2005 a Abril 2006 }

Roberval Davino : { Agosto 2005 a Novembro 2005 } - Campeão Brasileiro (Acesso à Série B)

Walter Lima : { Abril 2005 a Julho 2005 }

Charles Guerreiro : { Fevereiro 2005 a Março 2005 }

Tita : { Dezembro 2004 a Fevereiro 2005 }

Givanildo Oliveira : { Agosto 2004 a Novembro 2004 }

Artur Bernardes : { Julho 2004 a Agosto 2004 }

José Dutra : { Junho 2004 }

Agnaldo de Jesus : { Dezembro 2003 a Junho 2004 } - Campeão Paraense

Givanildo Oliveira : { Maio 2003 a Outubro 2003 }

Júlio César Leal : { Janeiro 2003 a Abril 2003 } - Campeão Paraense

João Francisco : { Outubro 2002 a Novembro 2002 }

Samuel Cândido : { Agosto 2002 a Setembro 2002 }

José Dutra : { Julho 2002 }

José Luiz Carbone : { Junho 2002 }

Bira : { Maio 2002 }

Júlio Espinosa : { Janeiro 2002 a Maio 2002 }

Fernando Oliveira : { Novembro 2001 }

Cuca : { Agosto 2001 a Outubro 2001 }

Cláudio Duarte : { Julho 2001 a Agosto 2001 }

Válter Ferreira : { Janeiro 2001 a Junho 2001 }

Paulo Bonamigo : { Maio 2000 a Novembro 2000 } - Acesso à Série A

Fernando Silva : { Maio 2000 }

Joãozinho Rosas : { Março 2000 a Maio 2000 }

José Luiz Carbone
: { Março 2000 }

José Dutra :  {Outubro 1999  a Janeiro 2000 }

José Luiz Carbone : { Abril 1999 a Julho 1999 } - Campeão Paraense

Fernando Oliveira : { Janeiro 1999 - Abril 1999 }

Fernando Oliveira :{ Maio 1998 }

Orlando Lelé : { Abril 1998 }

Waldemar Carabina : { Março 1998 }

Raimundo Mesquita : { Janeiro 1998 - Fevereiro 1998 }

Celinho : { Julho 1997 } - Campeão Paraense

Waldemar Carabina : { Setembro 1997 }

Fernando Oliveira : { Fevereiro 1997 - Abril 1997 }

Waldemar Carabina : { Fevereiro 1997 }

Edinaldo Biá : { Setembro 1996 }

Waldemar Carabina : { Março 1996 - Julho 1996 } - Campeão Paraense

Luís Alberto : { Março 1996 }

Carlinhos Silva : { Agosto 1995 }

Hélio dos Anjos : { Abril 1995 - Junho 1995 } - Campeão Paraense

Fernando Oliveira : { Abril 1995 }

Pepe : { Março 1995 }

Fernando Oliveira : { Novembro 1994 }

Joel Martins : { Outubro 1994 a Novembro 1994 }

Fernando Oliveira : { Outubro 1994 }

Rubens Gálaxe : { Setembro 1994 a Outubro 1994 }

Waldemar Carabina : { Julho 1994 a Agosto 1994 } - Campeão Paraense

Fernando Oliveira : { Junho 1994 }

Tata : { Janeiro 1994 a Maio 1994 }

Fernando Oliveira : { Dezembro 1993 } - 7º Colocado na Série A

João Francisco : { Outubro 1993 a Dezembro 1993 } - 7º Colocado na Série A

Roberto Brida : { Setembro 1993 a Outubro 1993 } - 7º Colocado na Série A

Givanildo Oliveira : { Maio 1993 a Agosto 1993 } - Campeão Paraense

Varley de Carvalho : { Janeiro 1993 a Abril 1993 }

Nélio Ferreira : { Setembro 1992 a Dezembro 1992 }

Edu Antunes : { Julho 1992 a Agosto 1992 }

Waldemar Carabina : { Julho 1991 - Maio 1992 } - Campeão Paraense e Acesso à Série A

Paulinho de Almeida : { Março 1991 - Maio 1991 } - Semifinalista da Copa do Brasil

Luis Paulo Camargo : { Dezembro 1990 - Fevereiro 1991 }

Dico : { Setembro 1990 }

Paulinho de Almeida : { Junho 1990 - Setembro 1990 } - Campeão Paraense e Quartas-de-Final 
da Copa do Brasil

Armando Bracalli : { Fevereiro 1990 - Abril 1990 } - Campeão Paraense (1989)

Carlinhos Silva : { Setembro 1989 - Outubro 1989 }

Edinaldo Biá : { Setembro 1989 }

José Dutra : { Janeiro 1989 - Junho 1989 }

Edinaldo Biá : { Novembro 1988 }

Dico : { Agosto 1988 - Outubro 1988 }

François Thym : { Maio 1988 - Julho 1988 }

Edinaldo Biá : { Agosto 1987 }

Joubert Meira : { Julho 1987 }

François Thym : { Novembro 1986 - Abril 1987 }

Paulo Mendes : { Agosto 1986 a Novembro 1986 } - Campeão Paraense

Joubert Meira : { Junho 1986 - Julho 1986 }

César Moraes : { Maio 1985 - Dezembro 1985 }

Carlos Froner : { Janeiro 1985 - Abril 1985 }

Caiçara : { Outubro 1984 - Novembro 1984 }

José Dutra : { Agosto 1983 - Agosto 1984 } - Acesso à Série A

Ary Martha : { Agosto 1982 - Junho 1983 }

François Thym - { Abril 1982 - Agosto 1982 }

Paulo Henrique : { Janeiro 1982 }

Zé Mário : { Novembro 1981 }

João Avelino : { Setembro 1981 a Outubro 1981 }

Jorge de Castro : { Agosto 1981 }

Gérson dos Santos : { Janeiro 1981 a Agosto 1981 }

Jorge de Castro : { Novembro 1980 }

José Dutra : { Março 1980 - Setembro 1980 }

Vavá : { Fevereiro 1980 - Março 1980 }

Paulo Amaral : { Setembro 1979 - Novembro 1979 }

Joubert Meira : { Agosto 1979 } - Campeão Paraense

Paulo Amaral : { Abril 1979 }

Joubert Meira : { Dezembro 1978 } - Campeão Paraense

Vail Mota : { Abril 1978 - Junho 1978 }

Joubert Meira : { Outubro 1977 - Março 1978 } - Campeão Paraense

Juan Antônio Álvarez : { Agosto 1977 }

François Thym : { Fevereiro 1977 - Março 1977 }

Joubert Meira : { Agosto 1976 - Outubro 1976 }

François Thym :{  Março 1976 }

Paulo Amaral :{ Agosto 1975 - Novembro 1975 } - Campeão Paraense

Paulinho de Almeida : { Julho 1974 - Dezembro 1974 } - Campeão Paraense

François Thym : { Março 1974 a  Junho 1974 }

Paulo Frossard : { Março 1974 }

Paulo Amaral : { Outubro 1973 - Dezembro 1973 }

François Thym : { Outubro 1973 }

Aloísio Brasil : { Agosto 1973 a Outubro 1973 } - Campeão Paraense

Wilson Santos : { Junho 1973 a Agosto 1973 }

Aloísio Brasil : {Abril 1973 - Junho 1973 }

François Thym : { Novembro 1972 - Dezembro 1972 }

Joubert Meira : { Setembro 1972 - Novembro 1972 }

François Thym : { Novembro 1971 - Dezembro 1971 } - Campeão Norte-Nordeste e da Taça Norte

Dequinha : { Fevereiro 1971 a Novembro 1971 }

Caim : { Outubro 1970 }

Antônio Ribeiro : { Setembro 1970 }

Danilo Alvim : { Junho 1969 - Dezembro 1969 } - Campeão da Taça Norte

Tião : { Março 1969 - Maio 1969 }

Danilo Alvim : { Março 1968 - Fevereiro 1969 } - Campeão Paraense e Campeão da Taça Norte

Zizinho : { Julho 1967 - Dezembro 1967 }

Pinheiro : { Abril 1967 }

Antoninho : { Maio 1966 - Dezembro 1966 }

Danilo Alvim : { Julho 1965 - Dezembro 1965 }

Antoninho : { Novembro 1964 a Maio 1965 }

Sávio Ferreira : { Fevereiro 1962 a Outubro 1964 } - Campeão Paraense (1964)

Armando Monteiro : { Junho 1961 a Dezembro 1961 } - Campeão Paraense (1960)

Miguel Cecim : { Janeiro 1961 - Maio 1961 }

Manoel Conrado : { Abril 1960 }

Veliz : { Outubro 1956 - Maio 1958 }

Tito Rodriguez : { Julho 1955 }

Nagib Matni : { Dezembro 1954 } - Campeão Paraense

Olívio Gomes : { Março 1952 }

Nagib Matni - { Abril 1949 } - Campeão Paraense

Dimas Teles : { Maio 1947 - Dezembro 1947 }

Geraldo Mota : { Maio 1944 - Novembro 1944 }

Gama : { Abril 1940 }

Antonico : { Março 1939 - Outubro 1939 }

Santiago Massana : { Março 1939 }

segunda-feira, 4 de março de 2019

Leão Azul - A Origem do Mascote do Clube do Remo


No dia 30 de janeiro de 1944, o Clube do Remo venceu um amistoso contra o São Cristóvão-RJ por 1x0, gol de Pinhegas.

O São Cristóvão, então uma era forte equipe do futebol carioca, na temporada anterior (1943) havia sido campeão do Torneio Municipal e ficado na 3ª colocação no Campeonato Carioca, à época os principais campeonatos do país. 

Os cariocas estavam até então invictos na sua passagem por Belém, venceram a Tuna Luso por 1x0 (dia 21), empataram com o Paysandu em 2x2 (dia 23) e venceram o Transviário por 4x2 (dia 27).

Contra esta equipe, o Remo fez uma partida disputadíssima em que prevaleceu sua garra e determinação. 

Então, o jornalista Edgar Proença, que dá o nome oficial ao Estádio Mangueirão, em sua crônica sobre a partida no jornal O Estado do Pará, se referiu da seguinte forma:

"Como um verdadeiro Leão Azul de garras aduncas, o Clube do Remo foi a própria alma da cidade."


A partir de então, tal adjetivo se popularizou entre a torcida e a crônica esportiva paraense porque caracterizava o estilo da equipe remista, passando a ser o verdadeiro sinônimo do clube.

Fato curioso é que naquela equipe do São Cristóvão, figurava no gol o uruguaio Véliz, que na década seguinte se tornaria ídolo remista.

Assim jogaram as equipes naquele dia:

Remo: Simeão, Coelho e Expedito; Rubens, Pelado e Emanuel; Vavá, Pinhegas, Cláudio, Trindade e Boró.

São Cristóvão: Véliz, Pelado e Augusto; Bianchi, Papetti e Castanheira; Santo Cristo, Alfredo, João Pinto, Nestor e Walfredo.

Leão de Pedra


Mais tarde o Estádio Baenão ganharia uma estátua do Leão Azul, dentro do gramado próximo a um dos escanteios. A peça foi doada por um torcedor, José Brito Gomes de Souza, e veio do Amapá para o Baenão.

Leão sendo 'benzido' pela torcedora símbolo Beth Cheirosinha, uma das principais erveiras do ver-o-peso

Leão Malino


O Leão Malino é o personagem que acompanha o elenco na entrada dos jogos no gramado e junto com as animadoras Leoas Azulinas fazem agitação da torcida. Ele foi criado pela torcida em 2014 e seu nome foi escolhido em uma enquete. Ele também participa das ações sociais e de marketing do clube.

O Malino.

sexta-feira, 1 de março de 2019

Hino do Clube do Remo

O Hino do Clube do Remo foi composto pelo poeta paraense Antônio Tavernard e a melodia feita por Emílio Albim. Ele surgiu pela primeira vez quando publicado pelo extinto jornal O Estado do Pará na ocasião do 46º aniversário do Clube, em 05 de fevereiro, em 1951. A partir de então se popularizou, sendo cantado a plenos pulmões pela torcida a cada jogo do clube. A seguir a letra e a melodia:

Atletas azulinos somos nós
E cumpriremos o nosso dever
Um dia quando unidos para a luta
O pavilhão soubermos defender
Enquanto a azul bandeira tremuleja
O vento a beija, como a sonhar
Honrando esta bandeira que flameja
Nós todos saberemos com amor lutar

E nós atletas, temos vigor
A nossa turma é toda de valor

E nós atletas, temos vigor
A nossa turma é toda de valor

Nós todos no vigor da mocidade
Vamos gozando nessa quadra jovial
E nós, azulinos da cidade
Rendemos vivas ao nosso ideal
Em cada um de nós mora a esperança
Nessa pujança, nosso ideal
E como somos do Clube do Remo
Do nosso amor diremos que não tem igual

E nós atletas, temos vigor
A nossa turma é toda de valor

E nós atletas, temos vigor
A nossa turma é toda de valor


segunda-feira, 22 de outubro de 2018

As Maiores Rivalidades Interestaduais do Clube do Remo

Uma das maiores rivalidades no futebol brasileiro é o clássico amazônida entre Remo e Paysandu, o famoso RE x PA, em números é a partida mais disputada do futebol mundial, na faixa dos 750 jogos. Além do maior rival, o Leão atesta uma rivalidade histórica com a Tuna Luso.

Nosso clube centenário é uma das maiores expressões do futebol nortista e com as primeiras competições sejam elas amistosas ou oficiais, travou grandes batalhas noutros gramados brasileiros, principalmente no Norte e Nordeste. Então, vamos aos números ver com quem o Leão mais porfiou Brasil a fora.


1º  - Ceará 

São 56 jogos entre os dois clubes, o primeiro deles em 1941. Destes, 23 jogos foram pela Série B. A maior parte dos embates se deu na década de 90, onde a rivalidade acirrou-se, com 17 duelos. Mas o ponto alto da rivalidade foi a Final do Torneio Norte-Nordeste CBD de 1969, vencida pelos cearenses. O Leão leva ligeira vantagem no confronto 18 x 17 vitórias. O maior placar do confronto foi pela Série B de 1996, 4x0 para o Leão em Belém. Outro ponto que reforça a rivalidade são as enormes torcidas, a proximidade entre as de Remo e Fortaleza (os Leões) e as de Ceará e Paysandu.


2º - Sampaio Corrêa

Principalmente devido a rivalidade entre os estados Pará e Maranhão, pela proximidade territorial tivemos vários confrontos entre as equipes, num total de 47 jogos, com vantagem azulina. A maior parte dos duelos se deram nas décadas de 50, 60 e 70, com destaque para as quartas-de-final da zona Norte-Nordeste da Taça Brasil (Série A) de 1965 onde o Leão eliminou os tricolores e os Torneios Pará-Maranhão de 1972, 1973 (vencido pelo Sampaio) e 1977 (vencido pelo Leão). Os maiores placares entre os dois foram: no primeiro confronto em 1946, 5x1 para o Leão em São Luís e na final do Pará-Maranhão de 1977, 4x0 para o Leão em Belém.


3º - Náutico

Leão e Timbu se enfrentam desde 1941, com ligeira vantagem para os alvirrubros (15x14) nos 40 jogos até então. O destaque vai para os jogos decisivos entre os dois: As quartas-de-final da Copa do Brasil de 1990, as semifinais da Zona Norte-Nordeste da Taça Brasil de 1965 vencidas pelo Timbu e a semifinal do Torneio dos Campeões do Norte e Nordeste de 1951 vencida pelo Leão. Mas a rivalidade acirrou-se mais nas disputas da Série B nos anos de 1995 a 2006, onde ocorreram 13 confrontos.


4º - Sport Recife

Rivais de longa data, desde 1919, os Leões já somam 31 confrontos. Os mais importantes destes foram: a Final do Torneio CBD Norte-Nordeste de 1968 e as oitavas-de-final da Copa João Havelange (Série A 2000) ambas com os rubro-negros levando a melhor. O maior placar entre as equipes é 4x1 favorável ao Leão Azul, em duas oportunidades, pela Série A de 1973 em Belém e pelo Torneio Hexagonal Norte-Nordeste de 1967 vencendo na Ilha do Retiro. A rivalidade se dá pela tradição das duas equipes, a relação entre as torcidas é amistosa.


5º - Santa Cruz

Foram grandes duelos pela Série A nos anos 1970 e muitos pela Série B na década de 1990 e início dos anos 2000. Somando 43 jogos, os dois clubes se enfrentam desde 1935. Confronto acirrado, são 17 triunfos tricolores contra 16 vitórias dos paraenses. Foram duas eliminatórias pela Copa do Brasil, oitavas-de-final em 1990 e pela 1ª Fase em 1996, ambas com o Leão saindo vitorioso.


6º - Nacional-AM

Uma rivalidade antiga, desde 1922, que viveu seu auge nas décadas de 60, 70 e 80. Já se vão 65 confrontos entre os dois Leões. O ponto alto da rivalidade foram as disputas da Taça Brasil de 1965 e das Taças Norte de 1968 (semifinal), 1969 (quadrangular final) e 1970. Recentemente a rivalidade teve um revival com as disputas da Copa Verde. Duas equipes tradicionais da Região Norte que se embrenham na rivalidade Pará x Amazonas, tem dois capítulos especiais: o primeiro jogo oficial da Arena Amazônia estádio da Copa do Mundo de 2014 foi entre Remo e Nacional e pela Série C de 2005, no Mangueirão lotado valendo vaga no quadrangular final, um dos maiores públicos da história do Clube do Remo, com quase 46 mil presentes.

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Os 10 clubes (fora os paraenses) que mais vezes enfrentaram o Leão Azul:

66 jogos - Moto Clube
65 jogos - Nacional-AM
56 jogos - Ceará
47 jogos - Sampaio Corrêa
43 jogos - Santa Cruz
41 jogos - Fortaleza
40 jogos - Náutico
33 jogos - Maranhão A. C.
31 jogos - Sport Recife
27 jogos - Bahia

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Por Estado:



São Paulo: Portuguesa 19 jogos
Rio de Janeiro: Vasco 22
Minas Gerais: Atlético 17
Rio Grande do Sul: Internacional 9
Paraná: Coritiba 12
Santa Catarina: Criciúma 10
Goiás: Anapolina 13
Distrito Federal: Brasiliense 10
Espírito Santo: Desportiva 13
Pernambuco: Santa Cruz 43 / Náutico 40
Bahia: Bahia 27
Ceará: Ceará 56
Rio Grande do Norte: América 21
Alagoas: CRB 13
Maranhão: Moto Clube 66
Paraíba: Botafogo 12
Sergipe: Confiança 9
Piauí: Flamengo 12
Amazonas: Nacional 65
Amapá: São José 16
Acre: Rio Branco 14
Mato Grosso: Cuiabá 6
Mato Grosso do Sul: Operário 3
Tocantins: Palmas 4
Rondônia: Vilhena 4
Roraima: Náutico 6

sábado, 10 de março de 2018

O Maior Tabu do Mundo



Durante a década de 90, o Clube do Remo impôs ao seu rival um duro jejum. Entre 1993 e 1997, o rival amargurava a cada clássico que chegava, os jogos iam passando e a conta só aumentando e o pior é que a cada certame regional, sua torcida saía das finais vendo o título ficar no Baenão. Foram tempos difíceis para os listrados. Acompanhe todos os 33 jogos, 21 vitórias e 12 empates:


31/01/1993
1º Jogo - Remo 0x0 Paysandu
Mangueirão
Torneio Pará-Ceará

07/02/1993
2º Jogo - Remo 1x0 Paysandu
Mangueirão
Torneio Pará-Ceará
Gol: Wanderley

16/05/1993
3º Jogo - Remo 0x0 Paysandu
Baenão
Campeonato Paraense - 1º Turno/2ª Fase

20/05/1993
4º Jogo - Remo 1x0 Paysandu
Curuzu
Campeonato Paraense - 1º Turno/Final (1º Jogo)
Gol: Alberto


23/05/1993
5º Jogo - Remo 3x1 Paysandu
Baenão
Campeonato Paraense - 1º Turno/Final (2º Jogo)
Gols: Romeu, Cacaio e Tarcísio
Remo Campeão do 1º Turno




05/07/1993
6º Jogo - Remo 1x0 Paysandu
Baenão
Campeonato Paraense - 2º Turno/1ª Fase
Gol: Flávio


26/07/1993
7º Jogo - Remo 1x1 Paysandu
Baenão
Campeonato Paraense - 2º Turno/Final (1º Jogo)
Gol: Romeu

29/07/1993
Queda da Curuzu - Remo 1x0 Paysandu
Curuzu
Campeonato Paraense - 2º Turno/Final (2º Jogo)
Gol: Biro-Biro
O Leão já vencia a partida quando, aos 29 minutos do 1º tempo, a arquibancada da Curuzu, em que a torcida azulina estava, desabou e o jogo foi suspenso, com a decisão remarcada para o Mangueirão.



04/08/1993
8º Jogo - Remo 1x0 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Paraense - 2º Turno/Final (2º Jogo)
Gol: Agnaldo
Remo Campeão Paraense 1993 - Invicto




07/09/1993
9º Jogo - Remo 2x1 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Brasileiro Série A - 1ª Fase/Grupo C
Gols: Ageu Sabiá e Mário César



06/10/1993
10º Jogo - Remo 1x1 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Brasileiro Série A - 1ª Fase/Grupo C
Gol: Giovanni

23/01/1994
11º Jogo - Remo 1x0 Paysandu
Mangueirão
Torneio Pará-Ceará
Gol: Tarcísio

30/01/1994
12º Jogo - Remo 4x3 Paysandu
Mangueirão
Torneio Pará-Ceará
Gols: Mazinho (2), Mauro e Cléberton



10/04/1994
13º Jogo - Remo 0x0 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Paraense - 1º Turno/1ª Fase


24/04/1994
14º Jogo - Remo 0x0 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Paraense - 1º Turno/2ª Fase

08/05/1994
15º Jogo - Remo 0x0 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Paraense - 1º Turno/2ª Fase
Remo Campeão do 1º Turno - Invicto

04/06/1994
16º Jogo - Remo 2x1 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Paraense - 2º Turno/1ª Fase
Gols: Mauro e Tarcísio

26/06/1994
17º Jogo - Remo 1x1 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Paraense - 2º Turno/2ª Fase
Gol: Almir

11/07/1994
18º Jogo - Remo 2x2 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Paraense - 2º Turno/2ª Fase
Gols: Helinho e Mazinho

19/07/1994
19º Jogo - Remo 1x1 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Paraense - Final/1º Jogo
Gol: César

21/07/1994
20º Jogo - Remo 2x0 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Paraense - Final
Gols: Alex Dias (2)
Remo Bicampeão Paraense 1994




02/04/1995
21º Jogo - Remo 1x0 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Paraense
Gol: Luís Müller
Remo Campeão do 1º Turno




11/06/1995
22º Jogo - Remo 1x0 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Paraense - Final
Gol: Luís Müller
Remo Tricampeão Paraense 1995 - Invicto




03/08/1995
23º Jogo - Remo 0x0 Paysandu
Curuzu
Amistoso

07/08/1995
24º Jogo - Remo 1x0 Paysandu
Baenão
Amistoso
Gol: Agnaldo

31/03/1996
25º Jogo - Remo 4x0 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Paraense - 1º Turno/1ª Fase
Gols: Ageu Sabiá (3) e Rogério Belém


25/04/1996
26º Jogo - Remo 2x0 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Paraense - 1º Turno/2ª Fase
Gols: Válber e Júnior
Remo Campeão do 1º Turno



26/05/1996
27º Jogo - Fuga de Campo - Remo 1x0 Paysandu 
Mangueirão
Campeonato Paraense - 2º Turno/1ª Fase
Gol: Agnaldo
Aos 39 minutos do 1º tempo, o Paysandu fugiu de campo.



04/07/1996
28º Jogo - Remo 2x1 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Paraense - Final
Gols: Ageu Sabiá e Rogério Belém
Remo Tetracampeão Paraense 1994



01/09/1996
29º Jogo - Remo 3x2 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Brasileiro Série B - 1ª Fase/Grupo A
Gols: Ageu Sabiá (2) e Zé Raimundo



22/09/1996
30º Jogo - Remo 1x1 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Brasileiro Série B - 1ª Fase/Grupo A
Gol: Edil
Remo classificado à 2ª Fase e Paysandu eliminado

16/02/1997
31º Jogo - Remo 4x2 Paysandu
Mangueirão
Copa Norte - Fase Preliminar
Gols: Edil, Júnior e Rogério Belém (2)
Remo classificado à fase de grupos e Paysandu eliminado




13/04/1997
32º Jogo - Remo 2x1 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Paraense
Gols: Edil (2)

07/05/1997
33º Jogo - Remo 3x1 Paysandu
Mangueirão
Campeonato Paraense
Gols: Agnaldo, Zé Raimundo e Edil
Remo Campeão do 1º Turno



A seguir o vídeo do Especial feito pela TV RBA com todos os melhores momentos dos 33 jogos do Tabu:

Os que mais jogaram


Belterra e Agnaldo, foram os únicos jogadores que disputaram todos os 33 jogos do Tabu.



O maior artilheiro


Durante os 33 jogos, o Leão marcou 50 gols, sofrendo apenas 20. Ficando 8 jogos sem levar gol do rival, entre 1994 (20º jogo) e 1996 (27º jogo). Destes 50 gols, o maior artilheiro é Ageu Sabiá com 7 gols, seguido de Edil com 5.



Pentacampeão!


Foram 5 títulos consecutivos: 4 em cima do rival (1993,1994,1995 e 1997) e 1 sobre a Tuna (1996), sendo 2 com campanhas invictas (1993 e 1995).







33 jogos, 4 anos e meio, 5 títulos


segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Agnaldo


José Agnaldo de Jesus, carinhosamente chamado pela galera azulina de Seu Boneco, foi um volante de muita técnica e raça que brilhou nos gramados paraenses com o manto azul por 6 anos. Agnaldo veio do Sport Recife, lá foi Campeão Brasileiro da Série B em 1990 e Campeão Pernambucano em 1991, era conhecido pelos rubro-negros como Agnaldo Bambam. Chegou ao Leão Paraense em agosto de 1991 para a disputa do Campeonato Paraense, que iria até dezembro. Em maio, o Leão havia chegado às semifinais da Copa do Brasil; Agnaldo chegou para reforçar a equipe. 

Agnaldo formou em grandes equipes do Leão Azul, ao lado de grandes jogadores. Artur, Luciano Viana, Biro Biro, Geovane, Alex Dias, Clemer, Luís Müller. Porém foi com o zagueiro Belterra que formou uma dupla que marcou os azulinos, os dois foram os únicos que estiveram presentes em todos os 33 jogos do Maior Tabu do Mundo.

Jogou por 6 temporadas no Leão, após o pentacampeonato paraense em 1997, Agnaldo se transferiu para o Moto Club-MA, para as disputas da Série B daquele ano, que se iniciaram em agosto.

Mesmo já tendo reservado o seu lugar nos corações azulinos como jogador, Agnaldo mais uma vez entra para a história do clube. Como técnico em 2004, foi Campeão Paraense com 100% de aproveitamento, vencendo todos os 14 jogos, feito inédito no futebol paraense. Agnaldo ainda foi técnico interino em várias outras oportunidades, compondo a comissão técnica. Mais que um ídolo, um torcedor remista.

Como jogador, Agnaldo foi Campeão Paraense invicto em 1991, conquistou um Acesso à Série A em 1992, participou da melhor campanha de um time nortista na Série A (1993), foi Pentacampeão Paraense 1993/1994/1995/1996/1997 participando de todos os 33 jogos do Maior Tabu do Mundo, ainda foi vice-campeão da Copa Norte em 1997. Como treinador foi Campeão Paraense com 100% de aproveitamento em 2004. Como Comissão Técnica participou do bicampeonato paraense em 2014/2015, vice-campeonato da Copa Verde 2015 e do Acesso à Série C em 2015.

Agnaldo fazia muitos gols de cabeça, em sua passagem pelo Leão foram 46 gols. Agnaldo disputou mais de 300 jogos com a camisa azulina (*estima-se 317 jogos, falta confirmação).

Agnaldo fez o gol do título paraense em 1993

Confira entrevista exclusiva da REMO TV com o ídolo Agnaldo

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Itaguary

O Maior Artilheiro do Remo em RexPa



Itaguary (grafia da época) ou Itaguari (grafia atual), foi um dos grandes jogadores do futebol paraense na década de 1940. Poucas informações se sabe sobre ele, por exemplo, seu nome completo e cidade de origem me são desconhecidos, apesar da intensa pesquisa. Itaguary jogou em uma época em que poucos registros documentais restaram do futebol paraense, dificultando o entendimento completo dos seus feitos como jogador.

Porém, sem dúvida é possível afirmar que Itaguary foi o jogador, que vestindo a camisa azulina, mais gols fez em cima do rival !

Talvez tenha feito até mais, talvez tenha sido um dos maiores artilheiros da história do Clube de Periçá, devido a longa carreira vestindo azul-marinho. A falta de registros daquela época, dificulta, mas não deixaremos contar o pouco que sabemos sobre este grande jogador.

Itaguary começou sua carreira no rival, sim isso mesmo. Entre 1934 e 1937, tem pelo menos 01 gol registrado contra o Leão.

A partir de então, Itaguary atravessa a Avenida Almirante Barroso em 1938 entra para os quadros do Leão. Porém, é somente na década de 1940 que ele se firma como titular na ponta do ataque azulino. Entre 1943 e 1952 foram pelo menos (que se têm registro) 31 gols sobre o rival !

Em 1946, marcou 3 gols na vitória do Remo sobre o rival por 5x3 na Curuzu em 24 de novembro daquele ano.

Também na Curuzu, em 1948, num jogo no feriado de 07 de setembro, fez 3 gols na vitória do Remo por 6x2 sobre o rival.

Uma curiosidade: no dia 16 de julho de 1950. Brasil inteiro parado ao lado dos rádios, acompanhando a final da Copa do Mundo entre Brasil e Uruguai. Em Belém, simultaneamente, Curuzu lotada para mais um Clássico Rei da Amazônia. Vitória do Mais Querido por 1x0, gol de Itaguary. Final de Clássico, apenas uma pessoa no estádio mais feliz que a torcida azulina, o goleiro remista e uruguaio Véliz.

Itaguary prolongou a carreira até 1954, mas já não era mais titular. Ganhou 6 campeonatos paraense com o Leão (1940-1949-1950-1952-1953-1954), foi Campeão na Venezuela em 1950 e vice-campeão do Torneio do Campeões Norte-Nordeste em 1951.

OBS: Na estatística 'oficial' de Ferreira da Costa, Itaguary aparece como o 2º maior artilheiro da história do Clássico, com 30 gols marcados, jogando por Remo e Paysandu. Ao aprofundar minhas pesquisas, para saber quantos gols ele havia feito por cada um dos dois. Cheguei a contagem de 32 gols, 31 pelo Leão e apenas 1 pelo rival.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Baenão 100 Anos


As primeiras partidas de futebol começaram a ser disputadas em Belém, por volta de 1896 na Praça Floriano Peixoto, atual Mercado de São Brás. Sendo nesse local que o Clube do Remo disputou sua primeira partida em 21 de maio de 1913. Desde então, o Clube do Remo crescia e ganhava adeptos, já era então tetracampeão paraense e sentiu-se a necessidade da construção de um campo de futebol para o Clube e sua torcida.

Foi então que, em 15 de agosto de 1917, era inaugurado o Estádio do Clube do Remo (como era assim chamado à época). Com uma partida entre a equipe da Reserva Naval e da Seleção Paraense. As medidas do gramado eram de 110 x 70 metros e com uma capacidade de 2.500 pessoas. Desde sua inauguração e até hoje é o maior estádio particular paraense.

A primeira partida do Clube do Remo em seu estádio ocorreu em 19 de agosto de 1917, com uma vitória por 5x3 sobre o Brasil Esporte Clube, pelo Campeonato Paraense.

Várias reformas e ampliações no Estádio foram feitas, a medida que a torcida crescia e o Clube do Remo começava a se destacar a nível Norte-Nordeste e nacionalmente. 

A primeira delas foi em 1935. Com o Estádio reaberto em 26 de maio, numa vitória do Clube do Remo sobre o Paysandu por 5x4.

Na passagem dos 23 anos do seu Estádio, em 1940, o Clube do Remo instala refletores no Baenão, tornando este o primeiro na capital a receber jogos noturnos. 

A maior das reformas foi feita entre 1960 e 1962; ganhando vestiários com túneis para duas equipes e árbitros, novas arquibancadas, gramado reforçado e novo alambrado sendo reinaugurado no aniversário de 45 anos do Baenão, no empate entre Remo e Ceará em 1x1.

Fachada do Baenão por volta da década de 1960
Foi em uma reunião do Conselho Deliberativo do Clube do Remo, em 04 de agosto de 1965, que por meio dos apelos da torcida, foi nomeado oficialmente o Estádio com uma homenagem a Evandro Almeida, falecido um ano antes, grande jogador remista da década de 30, que depois de pendurar as chuteiras também foi um abnegado diretor do Clube.

Jogador (zagueiro) e depois dirigente do grêmio azulino.
Em 2010 foi inaugurado o placar eletrônico do Estádio. No empate por 2x2 entre Remo e São Raimundo. 

Sendo fechado em 2013 para reformas, com a demolição da arquibancada lateral para a construção de camarotes. Recebendo duas partidas pelo Campeonato Paraense em 2014 e fechado desde então. Várias movimentações da diretoria e da torcida estão sendo feitas para o levantamento de recursos para a conclusão das obras.

O Estádio foi palco de grandes jogos do Clube do Remo, tendo o seu maior público oficial registrado em um Clássico RexPa pelo Campeonato Brasileiro de 1976, com 33.487 pagantes, em uma goleada do Leão sobre o rival por 5x2.

Destes grandes jogos, dois se destacam. Em 29 de abril de 1965, o Clube do Remo enfrentava o Santos, de Pelé! Com uma renda recorde para a época, Cr$ 50 milhões. Outro grande amistoso ocorreria 3 anos mais tarde, em 08 de agosto de 1968, o Clube do Remo enfrentaria no Baenão, o Benfica, de Eusébio! Que dois meses antes perdeu a Copa dos Campeões da Europa para o Manchester United. 

Arquibancada lotada em 1965

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Os Maiores Públicos do Clube do Remo


Mangueirão


O maior estádio paraense, o Mangueirão, foi inaugurado em 1978 com capacidade para 45.000 pessoas, com apenas 3/4 das arquibancadas completas e com a Geral. Reinaugurado em 2002, concluído e sem as Gerais, também com capacidade para 45.000 pessoas. Vem sofrendo nos últimos anos, desde 2014 , com reduções na sua capacidade por parte dos órgãos de segurança. atualmente para 35.000 pessoas.

Á esquerda, como inaugurado em 1978 e à direita, após a reforma em 2002

Listamos abaixo os públicos acima de 25 mil pagantes:

56.000 - 05/11/2000 - Remo 1x2 Paraná - Copa João Havelange
50.000 - 20/02/1978 - Remo 2x0 Operário-MS - Série A
44.496 - 24/02/1980 - Remo 1x3 Botafogo - Série A
42.086 - 18/09/2005 - Remo 4x1 Tocantinópolis* - Série C (pagantes: 42.086 fonte)
41.891 - 16/10/2005 - Remo 0x1 Nacional-AM - Série C (total: 45.841 fonte)
40.846 - 08/04/2009 - Remo 0x2 Flamengo* - Copa do Brasil (total: 44.000 fonte)
40.495 - 13/11/2005 - Remo 2x2 Ipatinga-MG - Série C (total: 44.097 fonte)

36.809 - 29/04/2012 - Remo 2x0 Águia de Marabá* - Paraense (total: 40.139 fonte)
34.780 - 30/04/2015 - Remo 4x1 Cuiabá - Copa Verde* (total: 34.973 fonte)
34.773 - 03/05/2015 - Remo 2x0 Independente Tucuruí - Paraense (total: 34.983 fonte)
34.137 - 02/10/2005 - Remo 3x2 Abaeté - Série C (pagantes: 34.137 fonte; total: 37.532 fonte)
33.036 - 30/09/2017 - Remo 1x2 Sampaio Corrêa* - Série C (total: 35.000 fonte)
32.000 - 25/09/2005 - Remo 1x1 Abaeté - Série C (total: 36.000 fonte)
31.906 - 18/09/2016 - Remo 0x0 América-RN* - Série C (total: 33.446 fonte)
31.681 - 18/10/2015 - Remo 3x1 Operário-PR - Série D (total: 33.681 fonte)
30.880 - 17/08/1986 - Remo 3x1 Tuna Luso - Paraense (pagantes fonte)
30.860 - 14/01/2018 - Remo 3x0 Bragantino - Paraense (total: 32.670 fonte)
30.611 - 07/11/1993 - Remo 5x2 Portuguesa* - Série A (fonte)

29.911 - 01/05/2013 - Remo 1x0 Paragominas - Paraense (total: 32.876 fonte)
29.804 - 20/11/2005 - Remo 1x0 Novo Hamburgo - Série C (total: 33.247 fonte)
29.523 - 06/11/2005 - Remo 2x0 América-RN - Série C (total: 32.351 fonte)
29.188 - 13/05/2012 - Remo 2x2 Cametá - Paraense (total: 32.638 fonte)
28.152 - 29/06/2008 - Remo 2x1 Águia de Marabá - Paraense (total: 30.221 fonte)
28.130 - 03/10/2015 - Remo 3x0 Palmas - Série D (total: 29.838 fonte)
27.703 - 26/07/2003 - Remo 2x1 Palmeiras - Série B (fonte)
27.399 - 13/09/2015 - Remo 3x0 Vilhena - Série D (total: 29.699 fonte)
26.898 - 16/09/2006 - Remo 2x1 Atlético-MG - Série B (pagantes: 26.898 fonte)
25.872 - 16/08/2019 - Remo 2x0 São José-RS - Série C (total: 29.247 fonte)

* Maior público do futebol paraense no ano

OBS: Pesquisa em construção.

Baenão


O maior estádio particular da Região Norte, o Estádio do Clube do Remo foi inaugurado em 1917 com capacidade para 2.500 pessoas. Ampliado em 1935 e reinaugurado em 1962, tinha capacidade para 20.000 pessoas. Atualmente comporta 14.000 pessoas.

Torcida do Remo no Baenão, em 1965

Listamos abaixo os públicos acima de 15 mil pessoas/pagantes:

31.271 - 12/02/1978 - Remo 0x0 Operário-MS - Série A (fonte)
27.888 - 29/01/1978 - Remo 3x0 Palmeiras - Série A (fonte)
27.846 - 18/12/1977 - Remo 1x0 Ponte Preta - Série A (fonte)
23.686 - 12/11/1989 - Remo 2x0 Fortaleza - Série B
23.286 - 13/09/1972 - Remo 0x0 Vasco - Série A (fonte)
20.156 - 21/09/1975 - Remo 2x1 Fluminense - Série A (Renda: Cr$ 277.133,00)
19.051 - 02/10/1975 - Remo 1x0 Corinthians - Série A (Renda: Cr$ 261.948,00)
17.967 - 13/11/1977 - Remo 4x0 Cruzeiro - Série A (Fonte)

OBS: Pesquisa em construção.

Fontes: